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medianerax - blog pessoal

Nas últimas semanas do mês de outubro acabei precisando fazer uma pequena cirurgia e fiquei três dias de cama, nele me vi agoniada por não poder ser ativa, intensa e proativa como geralmente sou, para quem me conhece sabe o quanto odeio ficar parada. O que acabou ajudando foi a chuva, transformando, o estado em Forks, melancólica e triste, pessoalmente foi perfeito para o que estava passando. 

Neste meio tempo acabei assistindo bastante streaming e dando chance para o famoso One Piece, comecei pela série (assisti todos os episódios em sequencia ) e me vi apaixonada pelo mundo e então parti para o anime, Luffy e sua trupe é encantadora. 

Enquanto assistia o anime encontrei a série Survival of the Thickest: Conta a história de Mavis que teve sua vida planejada, casar com o homem dos sonhos ao qual ja era noiva, conseguir um cargo melhor como estilista e poder emponderar outras mulheres a aceitarem seus corpos gordos (como a principal), até que encontrou seu noivo Khalil a traindo e isso dá o ponta pé na história de superação e como sua vida começou de fato a deslanchar, achei engraçada, reflexiva e o principal: realista. Assistam, episódios curtos e tem muita diversidade!

E tocando em diversidade também consegui assistir a nova temporada de Heartstopper, continua uma série incrível que gostaria de ter na minha adolescencia para mostrar o quão normal e natural é ser diferente seja sobre sexualidade ou aparencia, nessa temporada eu rezei para que a Tori aparecesse em mais cenas, personagem maravilhosa na graphic e o que pouco que apareceu ja trazia toda sua vibe de irmã mais velha, protegendo seu irmão mas sem dar o braço a torcer para ele. 

Junto com toda essa Sessão da Tarde, fiquei o dia inteirinho comendo doces, venho indicar o da Hersheys de Cranberry, o sabor é maravilhoso e derretendo para colocar com sorvete fica íncrivel !!!! 

Nem sempre um momento ruim precisa ser necessariamente ruim, faça um pouco de esforço para melhorar.  (Ah e sim, estou melhor agora, só perdi um pouco a noção de tempo de outubro e perdi aniversários importanes, mas sempre haverá outros)





Com amor, Rozeira
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🌹


Eis uma resenha complicada! Quando se deparamos com uma história que mexe com nossas emoções, com nossos sentimentos, que nos joga em uma intensa montanha russa só para nos destroçar a cada virada, começamos a compreender essa vida de leitor maluco, que vive intensamente, que mergulha naquele enredo como se fosse sua própria vida. Cante para eu dormir, foi acima de tudo uma leitura fácil de se envolver, difícil de escrever e impossível de sair daquele mundo, de sair de sua cabeça, sempre que penso no decorrer do enredo, de como a história cresceu, de como seus personagens me cativaram e evoluíram e de como quebrou meu coração ao final, meus olhos se enchem de lágrimas e a emoção prevalece.


O começo é calmo e representa uma história comum, mas logo somos seduzidos pelo ritmo e pela escrita da autora que é deliciosa e nos faz se identificar com a doce e ingênua Beth. Uma garota que sofre muito preconceito e chacota por não ser bela, com suas roupas simples, cabelos cacheados, espinhas, óculos, Beth é chamada de ''Fera''. A grande questão é que Beth não só se sente assim como acredita que realmente é feia. Passamos pelo trauma de não ter um pai, de seu pai ter lhe chamado de bebê feio, o seu crescimento, o bullying na escola, de somente quem ter ficado ao seu lado, foi seu amigo Scott, e chegamos ao coral. Sua linda e emocionante ligação com a música, foi ai que a menina se transformou.


"Droga. Morrerei aqui e agora. E eles vencerão, com certeza. Um homem com tanto charme misturado a essa doçura de menino não devia ter permissão de andar por aí livre e sem proteção. Pode contaminar alguém. Ele é uma epidemia."


O Coro viaja para a Suíça para uma importante competição e a Fera se transforma em Bela. Se transforma por dentro e principalmente por fora. É lá que conhecemos o doce e fofo Derek e juntamente com Beth começamos a nos apaixonar.


"Ele parece um anjo, canta como um anjo. Encontrou meu coração em pedaços e o seduziu com um ritmo novo. Um ritmo doce, tão cativante, tão tentador, que não me canso de querer mais."


Para mim a história teve várias etapas, foi muita torcida, desde a primeira mudança da garota Beth, foi o encantamento inicial por Scott tão amigo e fiel, querendo mostrar seus sentimentos, acreditando e vendo a menina quando nem mesmo ela se enxergava. A emoção que as cenas do coral trouxeram, a emoção das letras das músicas e como elas falaram com a história, como a complementam. A entrada tímida de Derek no enredo e como ele se fez importante rapidamente. A certeza de que estava alguma coisa errada, o mistério do personagem, seus problemas ''com drogas'', suas histórias, sua pele, seus sumiços.


A história é mais do que uma escolha impossível e um coração partido.


Quando cheguei ao fim foi triste e bonito, emocionante e sensível. E agradeço imensamente por existir histórias assim, ainda mais quando sabemos que toda história foi baseada num acontecimento real.

Recomendo com todas as minhas forças e espero que muitos leitores apreciem a literatura que é essa obra, o quão é bem escrita, e como é bela e delicada, como entrar na sua vida e nos deixa sem chão, sem ar! Lindo, emocionante e forte! A canção dessa história é cantada a cada linha!


🌹

Espero que gostem da escolha da vez.

Com amor,

  Carolina Rozeira.


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Vou contar o dia que quase me matei de andar, bem no finalzinho de fevereiro meu parceiro veio ao Rio de Janeiro e em seus últimos dias antes de voltar para sua cidade decidi que ia fazer um tour 360 que todo turista faz, museus, arcos da lapa e caipirinha duvidosa.

O dia ja começou dando errado, havia marcado de ir colocar o aparelho dentário e não contava que iria doer tanto depois, mas o rolê ja estava marcado e não havia como dar para trás, sem conseguir falar nada direito pegamos o trem e partimos para next stop Central Station, de lá até o CCBB são uns 15 minutinhos de caminhada, e então tive meu principal erro do dia, fui tentar comer um bk, gente nunca demorei tanto para comer um troço, me lambusei como criança e não conseguia nem rir de mim mesma pois doia kkkkkrying. 


Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) - A exposição de Walter Firmo, o fotográfo de diversas celebridades dos anos 80/90, simplesmente deslumbrante e com uma carga histórica do estado absurda, trazendo originalidade e conhecimento.

Museu do Amanhã (MAM) - Contando com sua exposição principal sobre ciência, me fez refletir sobre minha passagem nesse tempo e lugar, e como posso melhorar minha contribuição com os próximos, se é que terá tempo.......... Ah, e não podemos deixar de falar dos panos voando, poético, tocante, surpreendente, algo simples que muda toda uma perspectiva.

Museu de Arte do Rio (MAR) - Contando com a exposição principal Um Defeito de Cor, inspirada na obra literária de Ana Maria Gonçalves, contou com peças e imagens fortes, sobre o Brasil e o continente africano, mostra também fala de revoltas negras, empreendedorismo, protagonismo feminino, culto aos ancestrais, África Contemporânea, entre outros temas.

Foi um dia e tanto, apesar de cansativo após toda essa andança, que durou umas 6 horas no total finalzei dando uma breve caminhada até a lapa e tomando uma de suas caipirinhas duvidosas.

Com amor, Rozeira
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Quando a família de Oksa se muda para Londres, ela e seu melhor amigo passam a frequentar uma nova escola, tendo que se adaptar aos costumes diferentes do lugar. Logo mudanças realmente inimagináveis começam a acontecer com a menina. Uma estranha marca, poderes como levitação e bolas de fogo que saem de suas mãos, enfim, diversos dons que decide manter em segredo.


Não fosse apenas isso, Oksa ainda tem que lidar com um professor, chamado McGraw, que parece ter a escolhido como alvo principal.




É por acaso que sua avó, Dragomira, descobre a marca e tem, então, a certeza de que Oksa é aquela, pela qual, esperavam por muito tempo.

Baba Pollock, como Oksa chama a avó, reúne a família para dar a notícia sobre Oksa.


Curiosa, a menina acaba ouvindo a conversa dos adultos sobre ela e descobre sobre um mundo chamado Edefia, um mundo diferente de tudo o que ela conhece e, Oksa, agora é a única capaz de levá-los de volta à sua terra natal. Rodeada por seres mágicos e diferentes que ela nem imaginava existir e que sempre fizeram parte de sua vida.


Assustada, a princípio, é como a jovenzinha se sente com o que acaba de descobrir sobre suas origens e como tudo acontece em Edefia.


"Se fosse um menino, toda e qualquer possibilidade estaria eliminada. A esperança, por menos que fosse, voaria longe... confuso, Pavel Pollock se levantou de forma um tanto brusca e, querendo esconder o quanto estava perturbado, se debruçou sobre o berço em que dormia uma minúscula recém-nascida. SUA FILHA. Nela tudo ia se apoiar, ele sabia e já sofria antecipadamente."



Talvez o maior dos problemas de Oksa seja controlar seus poderes, já que traidores habitam também a Terra e estão tão próximos, que Oksa nem imagina e qualquer descuido pode ser crucial.

Para diminuir esses riscos, Oksa contará com a ajuda de três mentores: Dragomira, Abakum e Leomido, que lhe ensinarão o que é preciso para se defender e controlar seus poderes.

No entanto, não é apenas com a ajuda deles que a menina conta, Gus, seu melhor amigo, que está sempre junto, tem um papel muito importante sempre ao lado dela.


Há tantos personagens em Oksa Pollock e o Mundo Invisível, que te deixa estupefata a maneira como as autoras conseguem trabalhar cada um deles e dá-los algum valor por estar ali e não ser apenas mais um personagem.


Por esses tantos personagens, fica até difícil escolher o preferido, mas sempre tem aquele que nos agrada um pouco mais que os outros, e, no meu caso, foi Tugdual, um garoto calado, com um passado horrendo que nos faz achar que é apenas um personagem calado e está ali só para mostrar como alguns lidam com o desconhecido, porém não é só isso, Tugdual tem tanta importância quanto os outros personagens existentes que tenho a sensação de que ganhará mais espaço no próximo livro.


Outro personagem que me conquistou foi o pai de Oksa, Pavel Pollock, que desde o começo é notável como desejava que sua filha não fosse a próxima graciosa, tem um humor admirável quando junto de Oksa, que também não deixa por menos, sendo também brincalhona a maior parte do tempo.


Apesar de ter gostado muito do livro, ame incomodou a forma como alguns dos diálogos foram escritos, principalmente os que acontecem entre Gus e Oksa.

Além disso, o nome dado a alguns dos dons são tão bobos que, eu ficava a pensar se não tinha algo melhor pra colocar. Fora isso, houve poucos problemas com a narrativa, que se tornava cansativa algumas vezes, muita informação, mas que ao longo da leitura dá pra se acostumar.


“Ela parou. Uma pergunta ardia em seus lábios. Uma questão primordial. Deveria fazê-la? Seria realmente necessário saber?” 


🌹

Espero que gostem da escolha da vez.

Com amor,

  Carolina Rozeira.


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Carolina Rozeira

Comunicóloga apaixonada por fotografia desde os 6 anos, viciada em séries, livros e chá gelado, tutora de três gatinhos

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