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medianerax - blog pessoal

Olá, pessoal! Bora falar de um rolê incrível pelo Rio?


Essa semana eu e meu noivo demos um pulo no Jardim Botânico e, gente, que experiência! Fazia uns 15 anos que eu não visitava esse lugar e continua sendo aquele refúgio verde no meio da cidade que vale muito a pena conhecer. Um pouco de história pra dar aquele contexto: O Jardim Botânico do Rio foi fundado em 1808 por Dom João VI (sim, aquele da família real portuguesa que fugiu pra cá!). Na época, a ideia era aclimatar espécies de plantas vindas das Índias Orientais, especialmente especiarias super valiosas. Com o tempo, o espaço se transformou em um centro de pesquisa botânica e num dos cartões postais mais charmosos da cidade. Hoje, são mais de 54 hectares de área verde, com cerca de 6.500 espécies - é praticamente um museu vivo da flora brasileira e mundial! Dicas essenciais antes de ir: - Água, muita água! O lugar tem bebedouros, mas leva sua garrafinha porque faz calor e água lá custa R$10 - Snacks salgados são seus melhores amigos pra repor energia - Tênis confortável e roupa leve são obrigatórios - você vai andar MUITO (mas é uma trilha super tranquila!) - Protetor solar não é opcional, principalmente em dias quentes - Boa companhia faz toda diferença, escolha alguém que curta caminhar e explorar






Os highlights do passeio: Na entrada você pega um mapa super útil, mas meus spots favoritos foram: o herbário (pra quem curte ciência é demais!), a sessão de plantas medicinais com várias borboletas incríveis, e a Fonte das Musas que é lindíssima! No dia que fui ainda rolou um show de bossa nova ao vivo com várias cadeiras disponíveis - aquele clima perfeito pra relaxar!

Por que vale a pena: É um programa massa pra desacelerar, conhecer mais sobre a história do Rio e ainda passar por vários cenários de novelas da Globo. É história, natureza e cultura num pacote só!

Pontos de atenção: Achei que poderia ter mais pontos de venda de água espalhados (só tem na entrada) e mais lixeiras pelo caminho. Por isso, minha nota é 4 de 5 estrelas!

Dica de ouro: Evitem dias de 40 graus (aprendi na prática, haha). Escolham um dia com clima ameno pra aproveitar cada cantinho sem pressa. Vale MUITO o rolê

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O romance canadense Anne de Green Gables, de autoria de Lucy Maud Montgomery, é uma Ode ao poder da imaginação. Ele foi publicado pela primeira vez em Boston, em 1908; desde então, já foi adaptado para TV (a versão mais recente é ANNE WITH AN E, da Netflix), filme, desenhos animados e até musicais de Teatro. Apesar de ter sido escrito com foco em todos os públicos, hoje é considerada uma obra infantil.


Esse primeiro livro vai dos 11 aos 16 anos de Anne. E a passagem de tempo é muito mágica, mostrando aquela menina faladeira e curiosa se tornando uma adolescente maravilhosa. É muito divertido acompanhar todas as encrencas que Anne se mete, e também as reações de seus pais adotivos! Principalmente as reações de Marilla, que era relutante em se apegar à menina.


Se a pessoa tem grandes ideias,tem de usar grandes palavras para expressá-las, não tem? (p.21)


É impossível não se apaixonar por Anne Shirley; por seu uso de grandes palavras para expressar suas grandiosas ideias; por sua força e seu enorme carisma perante as pessoas, que ela conquista com seu coração singelo e puro. O livro narra a história de Anne Shirley, uma órfã que acaba indo morar com dois irmãos idosos por engano, posto que eles tentaram adotar um menino - com o propósito de ajudar Matthew Cuthbert nos serviços da fazenda, na velhice deste. O casal de irmãos morava em uma fazenda chamada "Green Gables", em Avonlea, uma cidade fictícia na Ilha do Príncipe Eduardo, uma província do Canadá, que já foi uma colônia britânica.


Bem descritivo e com um tom de tolkienismo nas suas linhas, o livro é tão cativante quanto a série da Netflix, com seus personagens curiosos, falantes, inesquecíveis. Fico feliz pelo que já considero um dos melhores livros do ano. A narrativa escrita é menos agitada que a série - que discute mais abrangente e rapidamente questões como Feminismo, Racismo, a Instituição do casamento, a relevância do (a) Professor (a). Senti falta destes debates na obra original, mas ela é tão singela e Anne, tão cativante, que nos sentimos acolhidos ali, no Canadá do fim do século XIX. Um romance adorável. A palavra é esta: ADORÁVEL.


Inicialmente, imaginei que não gostaria tanto da obra por conta da tagarelice de Anne. Uma página e meia só para uma fala dela? Meu Deus! Para mim, foi a treva. Mas, depois do primeiro capítulo, eu já comecei a me apaixonar... Anne é uma menina muito sensível, sincera e cheia de romantismo, mesmo que ela não tenha "aprendido" nada disso durante a sua vida até chegar em Green Gables. Ela sofria muito e se sentia rejeitada porém, isso nunca modificou sua imaginação - pelo contrário! A imaginação de Anne é algo muito inspirador e que me fez questionar várias vezes: "quando foi que eu perdi a minha?". Ela é uma criança muito doce, de palavras difíceis e também muito sincera mas, isso só a tornou cada vez mais especial. 


(...) Eu suponho - dificilmente poderíamos esperar ficar com ela.

- Eu diria que não. Que bem ela faria para nós?

- Nós poderíamos fazer algum bem para ela. (p. 36)


 



Desde a surpresa de Matthew a encontrar uma menina em vez do menino até o surpreendente final dessa história, é praticamente impossível parar de ler. Compre o livro e compre o ebook, e peça a sua Alexa (vale também para o app da Alexa no seu smartphone) para continuar a leitura quando seus olhos estiverem cansados. Mas faça o que precisa. Esta obra merece ser lida com carinho e atenção, sem ser dividida com outras.


Na escola ela se destacava por sua inteligência, curiosidade e amor por leitura, ninguém recitava um poema tão lindo como ela! Também tinha o Gilbert, um garoto inteligente que de inicio irritou a Anne de maneira que ela não pôde o perdoar, virando assim rivais e competitivos. Fiquei agoniada com isso, na série era bem diferente e esperava que se resolvessem logo, o que foi bem impossível…


Com certeza o livro de Lucy quis transmitir grandes ensinamentos, como: ser grata ao que tem, o pouco é melhor que o muito já que no muito você não consegue imaginar as coisas, sonhar e sempre ter objetivos e claro: errando é que se aprende. Anne tem o talento de caçar confusões e ser sempre o centro das atenções. Ela se sente muito grata por Matthew e Marilla a terem adotado, de maneira que tenta sempre agradá-los e os deixarem orgulhosos.


A narrativa em terceira pessoa nos dá uma boa perspectiva de toda Avonlea, como não querer viver em um lugar tão mágico, cheio de flores, riachos e florestas? Sem dúvidas entendo o motivo de Anne ficar tão inspirada para imaginar tanto! Claro que Avonlea jamais seria a mesma sem essas adorável figura! 


Não há como ler sem imaginar as diferenças criadas na série, mas amo ambas as narrativas. Anne é uma menina tão adorável em tudo. E eu consigo ter uma visão diferente dela, além da imagem da protagonista de Anne With an E. É bom saber que houve alguma "fidelidade" e também crescimento na adaptação. Personagens como a Sra. Rachel Lynde podem tirar você do sério e, ao mesmo tempo, te fazer morrer de amores; Matthew e Marilla Cuthbert são os dois irmãos que recebem a órfã Anne Shirley por engano; as crianças da escola; Diana, a melhor amiga de Anne e sua família. Enfim! Há tantos personagens incríveis que não conseguimos escolher um favorito. Recomendado, sim! O defeito deste livro é que ele acaba, quando queremos saber mais. Por isso, não dou nota máxima: há mais aspectos que a autora poderia ter abordado nesta obra.

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Primeiro dia do ano e dia internacional de lançamento das metas anuais. Eu sou totalmente adepta a lançar metas para ir cumprindo no ano que vem chegando, por isso, todo ano crio uma listinha com as coisas que mais desejo realizar. E como acontece sempre, vou mostrar pra vocês a minha listinha de resoluções para 2017!

Ler 30 livros 

Para quem ainda não sabe eu fui uma baita leitora ao longo da pandemia, infelizmente o mundo real bateu na porta e eu acabei parando de ler tanto por causa do trabalho, mas nesse ano estarei retornando a esse mundinho que tanto amo, então a meta é ler 30 livros, me acompanhe no skoob. Acompanhe por aqui


Crescer profissionalmente

Esse será um ano em que eu estarei me focando um algo totalmente novo, a terra dos concursos, ja faz um tempo que venho me preparando para isso e com o mundo criativo estando sempre em altos e baixos, infelizmente deixou de ser algo que posso contar 100% do tempo, mas esse ano ainda vou estar como uma trainee nos concursos, espero que tire boas notas para esse início. 


Me alimentar melhor

Quem me conhece sabe........que eu enrolo para comer direito, não é como seu houve muitas frescuras para comer, mas como geralmente almoço sozinha fico com preguiça de fazer apenas para mim e acabo enrolando e pegando uma besteira. Bora mandar a gorda embora em 2027. (e junto a isso aqui, perder pelo menos 15kg ate o fim do ano)


Conhecer mais locais do Rio de Janeiro

Eu sou apaixonada pela minha cidade e isso não é novidade para ninguém, mas como todo bom carioca conheço poucos locais. Então a meta desse ano é conhecer mais locais no meu estado e dando certo, alguns outros locais também, hihihi #metasecreta


Fazer mais resenhas aqui

Bom uma das metas é dar um pouco mais de atenção aqui, assisto bastante coisa e acabo não falando aqui (o que é uma tristeza pois meus dois leitores ficam sedentos, eu sei disso). Mas não estarei me cobrando tanto assim, a meta será de ao menos 1 post por semana  — o que já estou de parabéns, dia 04/01 e ja foram 3 post, hein, início promissor. 


Deixar de beber refrigerante por 6 meses

Aqui começou a loucuragemmmmm, todos sabem que eu sou completamente viciada em coca-cola, e não falo da pessoa que bebe socialmente aos fins de semana, eu bebo absolutamente todos os dias desde meus 13 anos, mas ja em uma maneira de me desapegar veio inserindo a bebida zero no meu cardápio (e o sabor é HORRIVEL) há alguns meses, meu marido tem apoiado, inclusive pelo motivo de me alimentar melhor dito anteriormente. 


Produzir conteúdo

Eu digo poucas vezes aqui mas estou me formando publicitária (ultimo ano, amem) e eu amo a produção de conteúdo seja gravando outra pessoa ou aparecendo euzinha na câmera, tentei voltar para o youtube final de 2025 mas acabei me botando muita pressão, gostaria desse ano voltar, nem que fosse com vídeos estilo "document your life", sem pressão e explorando novamente a criatividade


Me livrando do instagram e tiktok (diminuindo tempo de tela)

Outra meta polêmica: sou cronicamente online since 2000's, e essa meta acredito ser tão desafiadora quanto a coca-cola, viu? Mas nos últimos meses tenho me entregue ao vício dos vídeos curtos, e isso não é algo que quero mais para mim, quero me focar em novos hobbies e voltar a ser criativa, coisa que com redes curtas acabamos nos prendendo a formatos/trends e não instigamos nosso cucuruco para pensar em coisas mais legais


Evoluir no inglês

Minha batalha espiritual fortíssima é essa, meu inglês não é ruim entendo bastante e ate escrevo algo, o que me prejudica é a síndrome de perfeição que tenho, então ao falar errado começo a me frustrar, mas minha meta esse ano é sair do intermediário e ir para o nível C1, com fé no pai o inglês saí (e dando certo, volto para deixar dicas, mas posso falar tb como tenho aprendido francês, que eu tenho amado a língua — o que facilita demais o aprendizado — e um sonho de conhecer também o país) 


E por esse ano é só! São metas boas e "cumpríveis", então acredito que ja deu certo. E É ISSO, Que seja um ano extraordinário para nós.




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Conhecendo a série...

Para quem ainda não conhece, Stranger Things conta a história de um garoto que desaparece de uma forma muito misteriosa sem deixar vestígios na pequena cidade de Hawkings, Indiana, em 1983. Enquanto seus amigos e família procuram por ele, várias coisas estranhas e sobrenaturais acontecem, incluindo uma misteriosa garotinha com habilidades especiais. Veja o trailer.

Uma Despedida Que Não Ousou Arriscar

A quinta e última temporada de Stranger Things chegou em dezembro de 2025 trazendo consigo uma bagagem de expectativas acumuladas ao longo de anos. A série que conquistou o mundo com sua nostalgia oitentista e narrativa envolvente tinha tudo para entregar um desfecho memorável. O resultado, no entanto, é uma despedida competente em aspectos técnicos, mas fundamentalmente conservadora em suas escolhas narrativas.

O início Promissor

A temporada começa com fôlego renovado, apresentando personagens veteranos em funções bem definidas. Dustin, Max, Steve, Nancy e Jonathan encontram seus lugares naturais na trama, contribuindo tanto para o desenvolvimento da história quanto para a construção emocional dos episódios iniciais. A inclusão de Linda Hamilton e Amybeth McNulty no elenco principal gerou entusiasmo genuíno entre os fãs, sinalizando que a produção estava disposta a expandir seu universo de forma significativa.


Visualmente, a temporada impressiona. O plano sequência do ataque à base militar remete à icônica Batalha dos Bastardos, demonstrando maturidade técnica e ambição cinematográfica. São momentos como esse que lembram por que Stranger Things se tornou um fenômeno cultural: a capacidade de criar sequências viscerais que prendem a atenção e elevam o patamar de produção televisiva.




A Falta de Climax

Conforme a narrativa avança, o inchaço do elenco se torna um problema estrutural difícil de ignorar. Personagens centrais como Mike e Joyce são relegados a aparições esporádicas, surgindo em cenas que parecem existir apenas para justificar a presença dos atores. O penúltimo episódio exemplifica esse excesso: mais de 15 atores dividem o mesmo set, a maioria deles reduzida a figurantes que acenam ou reagem quando outros personagens têm seus momentos de destaque.

Essa saturação de personagens inevitavelmente dilui o impacto emocional das cenas. Linda Hamilton e Amybeth McNulty, cuja entrada no elenco principal havia gerado tanto burburinho, simplesmente desaparecem entre o clímax e o epílogo, sem qualquer explicação narrativa. É uma escolha desconcertante que demonstra falta de planejamento ou, pior, desrespeito com arcos que foram estabelecidos ao longo da temporada. 




Final DESASTROSO

O maior problema da temporada final reside em sua recusa sistemática em aceitar consequências permanentes. A série construiu ameaças formidáveis, mas nunca permitiu que essas ameaças tivessem peso real sobre os personagens centrais. Max deveria ter permanecido morta na temporada anterior, assim como Hopper deveria ter encontrado seu fim heroico na terceira temporada. Essas mortes teriam estabelecido verdadeiro temor em relação a Vecna, transformando-o em uma ameaça crível.

O ataque à base ilustra perfeitamente essa timidez narrativa. Vecna elimina dezenas de soldados figurantes com facilidade, mas poupa inexplicavelmente todos os personagens principais que representam obstáculos reais aos seus planos. Sua aparição na base parece servir apenas como dispositivo para destravar os poderes de Will, quando narrativamente bastaria continuar enviando Demogorgons. Os pais de Mike sobrevivem a um ataque brutal sem que sua morte afetasse minimamente a trama principal, desperdiçando uma oportunidade óbvia de aprofundar a motivação de Mike e Nancy.

Essa recusa em sacrificar personagens estabelecidos desde as primeiras temporadas revela roteiristas presos ao próprio sucesso inicial. A primeira temporada funcionou precisamente porque os criadores ainda não tinham consciência da dimensão que a série alcançaria, permitindo escolhas mais ousadas e consequentes. Nas temporadas seguintes, o medo de alienar o público ou de se desfazer de personagens queridos paralisou a narrativa.


Considerações Finais

Stranger Things permanece uma série competente, com momentos de genuína qualidade técnica e visual. Porém, é impossível não sentir que a produção desperdiçou o potencial de uma história que poderia ter sido muito mais corajosa. A narrativa medrosa, que se recusa a aceitar perdas significativas, acaba minando qualquer senso real de perigo ou urgência.

É compreensível o apego dos criadores aos personagens que construíram ao longo de anos, mas grandes histórias exigem grandes sacrifícios. A quinta temporada de Stranger Things se despede não com um estrondo, mas com um suspiro de alívio: todos sobreviveram, mas a que custo? O custo foi uma narrativa que preferiu o conforto à coragem, entregando um final tecnicamente impecável, mas emocionalmente inofensivo. Para uma série que começou desafiando convenções do gênero, terminar abraçando-as completamente é, talvez, o destino mais irônico de todos.





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Fico longos períodos sem aparecer por aqui, e quando retorno, sei que muita coisa já mudou. Mas tudo bem — há tempos deixei de me cobrar por regularidade em qualquer aspecto da minha vida.Apesar do momento ainda delicado que vivo, as coisas têm caminhado bem. Confesso que levei uma flechada de desânimo bem no meio da testa, mas estou me empenhando para que isso passe logo.

Durante todos esses meses de ausência  vivi diversas experiências, passei por várias mudanças e, no balanço final, considero que o saldo foi bastante positivo. Nesse tempo:

- Finalmente mudei a minha mentalidade em relação aos estudos, não levar mais como uma obrigação e sim como algo do dia a dia, e isso tornou tudo MUITO mais fácil, de verdade, ao invés de travar uma batalha todas as vezes. 

- Finalizei diversas séries, entre elas: Emily em Paris (★★★), Dash & Lily (★★★★), Pretendente Surpresa (★★★★★ + ♡), Beijo Explosivo (★★★★), Stranger Things (★★★★), Um Espião Infiltrado (★★★★), Desobedientes (★★★), Ninguém Quer (★★★★), Uma Advogada Extraordinária (★★★). Em breve trago resenha das séries ! 

- Comecei um novo vício chamado COZY GAMES, Stardew Valley veio em primeiríssimo lugar claro, tem sido bem divertido, mas nada calmo kk totalmente contra a proposta do jogo. E acabei voltando para o Valorant e Overwatch porem apenas em call com amigos.





E agora, olhando para 2026, sinto que novos desafios se desenham no horizonte. Alguns ainda nebulosos, outros já bem definidos, mas todos carregam consigo a promessa de aprendizado e crescimento. Tenho a sensação de que este ano pode trazer transformações importantes, daquelas que a gente não esquece.

Estou entrando neste novo ciclo com o coração aberto e a disposição renovada. Afinal, cada obstáculo superado até aqui me ensinou que sou capaz de mais do que imagino. E se o desânimo bater à porta de vez em quando, tudo bem — já aprendi que ele também passa.

Que venham os desafios de 2026. Estou pronta para abraçá-los, tropeçar quando for preciso, levantar quantas vezes forem necessárias e, no final, olhar para trás com a certeza de que valeu a pena cada passo dado.

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Carolina Rozeira

Comunicóloga apaixonada por fotografia desde os 6 anos, viciada em séries, livros e chá gelado, tutora de três gatinhos

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