Filmes que vivem no repeat
Como já comentei em alguns posts anteriores, eu sou uma pessoa que naturalmente assiste muito mais séries do que filmes. Mas isso não significa que eu não goste de um bom filme. Na verdade, tenho uma pequena lista de favoritos que revejo pelo menos uma vez por ano. Alguns deles, bem mais do que isso.
O primeiro, sem nenhuma dúvida, é O Código da Vinci. Na verdade, vale para toda a saga do Robert Langdon. Inspirados nos livros do Dan Brown, os filmes acompanham um historiador que vive aventuras que qualquer pessoa apaixonada por história, arte e simbologia sonharia em viver. Tudo envolvendo o papado, sociedades secretas, anjos, símbolos e mistérios. Só este ano acho que assisti O Código da Vinci uma vez por mês.
Outro que entra na minha lista anual é O Amor Não Tira Férias. Chega setembro e eu já começo a pensar nele, mas em dezembro ele vira praticamente obrigatório. A história acompanha duas mulheres decepcionadas com o amor que decidem trocar de casa, e de país, durante as festas de fim de ano. O resto é aquela mistura perfeita de romance, humor e conforto. Eu amo os quatro protagonistas e confesso que sempre bate uma vontade de chorar em algumas cenas.
As animações mereciam um post só para elas, mas algumas nunca saem da minha lista. Irmão Urso, Os Incríveis, Tá Dando Onda e Coraline sempre acabam voltando para a tela. Cada uma me toca de um jeito diferente. Todas me lembram a infância, mas, curiosamente, continuam conversando muito com a Carol adulta.
Outra saga que eu sempre maratono é Jogos Vorazes. Gosto de todos os filmes, mas o penúltimo sempre me prende mais. Muita gente acha ele mais parado por focar na parte política da história, mas justamente por isso é o meu favorito. É uma distopia que, em vários momentos, parece assustadoramente próxima da nossa realidade. Inclusive, fica aqui uma ideia para um futuro post: como as redes sociais, muitas vezes, nos transformam na Capital, consumindo o sofrimento alheio como entretenimento.
E, por último, mas talvez o mais importante de todos, está Medianeras. O filme que deu nome a este blog e que merece uma resenha inteira só para ele. É uma história simples, sobre pessoas comuns vivendo o cotidiano, mas que consegue dizer tanto sobre solidão, conexões e a vida moderna. Eu me vejo nesse filme desde os meus 15 anos e, quinze anos depois, continuo me reconhecendo nele. É uma obra atemporal, memorável e que continua fazendo sentido em diferentes fases da minha vida.
Esses são, provavelmente, os filmes que mais consumi de forma quase obsessiva nos últimos anos. E agora eu quero saber de vocês: qual é aquele filme que vocês conseguem rever infinitas vezes sem enjoar? Me conta aqui nos comentários.




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